[cmsms_row data_padding_bottom=”50″ data_padding_top=”0″ data_bg_parallax_ratio=”0.5″ data_bg_size=”cover” data_bg_attachment=”scroll” data_bg_repeat=”no-repeat” data_bg_position=”top center” data_color=”default” data_padding_right=”3″ data_padding_left=”3″ data_width=”boxed”][cmsms_column data_width=”1/1″][cmsms_divider width=”long” height=”3″ style=”solid” position=”center” color=”#d43c18″ margin_top=”10″ margin_bottom=”10″ animation_delay=”0″][cmsms_text animation_delay=”0″]

Oração inicial:
Senhor, é Natal e eu não me quero esquecer. Não quero deixar esta festa tão importante e irreverente da tua vida só para o dia 25. Não me quero habituar a que tu sendo Deus és homem. Quero deixar-me surpreender e convencer por ti. Faz-me entrar no teu modo de ser Natal!
Palavra de Deus:
E hoje a tua surpresa chega em Lucas 2, 22-35:
«Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, para O apresentarem ao Senhor, como está escrito na Lei do Senhor: «Todo o filho primogénito varão será consagrado ao Senhor», e para oferecerem em sacrifício um par de rolas ou duas pombinhas, como se diz na Lei do Senhor. Vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão, homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava nele. O Espírito Santo revelara-lhe que não morreria antes de ver o Messias do Senhor; e veio ao templo, movido pelo Espírito. Quando os pais de Jesus trouxeram o Menino para cumprirem as prescrições da Lei no que lhes dizia respeito, Simeão recebeu-O em seus braços e bendisse a Deus, exclamando: «Agora, Senhor, segundo a vossa palavra, deixareis ir em paz o vosso servo, porque os meus olhos viram a vossa salvação, que pusestes ao alcance de todos os povos: luz para se revelar às nações e glória de Israel, vosso povo». O pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados com o que d’Ele se dizia».
Pistas:
Maria e José cumprem a Lei – esta palavra aparece quatro vezes nesta passagem – e no meio disso abrem-se ao surpreendente, estão abertos ao Espírito, que é mencionado três vezes. Estão atentos àquilo que não calculam e sai fora da norma.
Estando no templo, lugar da Lei, deixam-se abordar por um velhote, que lhes arrebata a criança e começa a dizer coisas estranhas: «Agora, Senhor, segundo a vossa palavra, deixareis ir em paz o vosso servo, porque os meus olhos viram a vossa salvação…» De tal maneira que Maria e José, “o pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados…”
E tu?
E eu?
Deixamo-nos surpreender pelo Natal de Jesus? Ou já tudo está milimetricamente controlado, sabido e esperado, sem surpresa?
Simeão esperava! Maria e José são fieis ao que Deus lhes propunha através das leis religiosas… e nessa espera, nesse fazer o suposto, acontece o diferente… Deus mostra maneiras de ser novas e irreverentes.
Num menino pequeno, sem discurso, nem capacidade de decisão está a LUZ DAS NAÇÕES…
Senhor, surpreende-me. Deixa-me entrar hoje no meu próprio templo e descobrir que me vens visitar. E vens-me visitar duma maneira diferente daquela que eu estou à espera…
Oração final:
Que neste dia da oitava de Natal, eu possa ser Simeão… uma pessoa atenta à tua maneira de seres Deus! E que eu possa, como ele, reconhecer que os meus olhos também veem a tua salvação em mim, nos outros e no mundo. E que assim, hoje, possa acontecer Natal.
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